segunda-feira, 19 de setembro de 2016

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19/09/2016 10h40 - Atualizado em 19/09/2016 10h40

Presidiário é assassinado em penitenciária de segurança máxima

Crime ocorreu no domingo (18), na Barreto Campelo, em Itamaracá.
Segundo Sindicato, este ano, sistema teve mais 29 mortes violentas.

Do G1 PE
Apesar da fuga, não há movimentação de policiais no lado de fora da penitenciária (Foto: Kety Marinho / TV Globo)Crime aconteceu na Barreto Campelo, em Itamaracá (Foto: Kety Marinho/TV Globo)













Um preso foi assassinado, na madrugada de domingo (18), na Penitenciária de Segurança Máxima Barreto Campelo, em Itamaracá, no Grande Recife. O detento levou golpes de faca ou arma artesanal. De acordo com o Sindicato dos Agentes Penitenciários de Pernambuco (Sindasp-PE), este ano foram registradas outras 29 mortes violentas no sistema penitenciário do estado.
Em nota, a Secretaria Executiva de Ressocialização de Pernambuco (Seres), informou que a gerência da unidade trabalha para identificar os agressores. O caso será encaminhado à Delegacia de Paulista, no Grande Recife.
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Segundo o presidente do Sindasp-PE, João Carvalho, o crime aconteceu no setor de segurança da Barreto Campelo. A vítima estava em uma área de disciplina, destinada a detentos que não têm condições de ficar nos pavilhões considerados comuns.
Outros crimes

Este ano, outros crimes foram registrados na mesma unidade. No dia 10 de julho, um preso morreu após uma briga com outro detento. O homem, de 27 anos, chegou a ser levado para o Hospital Miguel Arraes, em Paulista, mas não resistiu aos ferimentos.

No dia 20 de junho, um detento foi morto a pedradas. No mesmo dia, aconteceu um tiroteio na penitenciária. Em 1º de abril, um apenado acabou assassinado a tiros, segundo a Seres.
Um tumulto ocorrido na Penitenciária Barreto Campelo no dia 12 de abril deixou três presos feridos. Os detentos tiveram lesões leves e foram atendidos na enfermaria da unidade prisional, de acordo com a Seres. Na ocasião, a secretaria informou ainda que a direção da unidade determinou a criação um Conselho Disciplinar para apurar os fatos, identificar e punir os responsáveis pela confusão.

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