segunda-feira, 27 de julho de 2009

Carta aos amigos ASP's,

Carta aos amigos ASP's,

Impressiona-me ouvir ou ler manifestações a favor ou contra a uma “possível” redução dos dias de folgas e, conseqüentemente, de um aumento nos dias trabalhados da categoria. Também me causa espanto o grau de repugnância com que alguns colegas têm tratado tal possibilidade, argumentando-se algo como “uma conquista que não se deve abir mão”. Ora, a vida é feita de conquistas e de renúncias. Algumas vezes renunciamos a algo que conquistamos porque a próxima conquista assim exige, ou porque nos é mais vantajoso. Não estou defendendo um “sim” ou um “não”, apenas queria lembrar aos colegas que quando nos propomos a discutir algo precisamos, inexoravelmente, de elementos que sirvam de base para nossa discussão. E o que eu tenho percebido é que esses elementos não aparecem claramente, uma vez que o valor – que é o elemento principal - não foi definido, e que algumas pessoas já estão com um juízo formado, bem antes mesmo de analisar uma possível proposta. Também não tenho participado de nenhuma roda de debates, relativo ao tema. Sendo assim, conquistas ou reconquistas ficam impossibilitadas de serem comparadas, sem corrermos o risco de cairmos no infinito vazio da falta de dados essenciais à nossa formação de opinião.

Eu acredito que se o debate vir a acontecer, deveremos fazê-lo de forma responsável, sem ideologismo ou romantismo, muito menos com individualismo. Quem optar pelo “não” deve justificá-lo com argumentos claros, firmados em dados reais; assim, também, aqueles que resolverem aderir ao “sim” devem estar bem conscientes de sua decisão, atrelando-a a argumentos verdadeiros e convincentes. No mais, acho precipitado qualquer posicionamento neste instante, visto a imprecisão dos fatos e a falta de um debate mais amplo com a categoria.

Quando formos (se formos) debater sobre esse tema, precisamos, creio eu, colocar algumas questões que são relevantes, para avançarmos nesta questão. Entre elas, devemos estar bem informados sobre o que vamos perder e o que vamos ganhar; devemos ter uma visão macro da situação, visualizando a nossa situação interna e o que vem sendo praticado, em termos de valores e condições de trabalho, em outros Estados. Evidentemente, sabemos que somos detentores do 3º pior salário do país. Temos consciência da resistência do Governo em querer adotar uma isonomia sem atrelá-la a carga horária (não estou afirmando que isso foi proposto). Com a carga horária atual, trabalha-se 06 (seis) plantões e há uma folga de 24 dias (30-6=24). Supondo que haja uma alteração de 24 por 96, para 24 por 72 horas, essa folga, que era de 24 dias, passa a ser de 22,5 dias. Haverá um acréscimo de 1,5 plantão por mês. Precisamos estar atento de que existe, evidentemente, um risco de que qualquer valor ganho pode ser “diluído” com o tempo, sem a possibilidade de retorno do dia que se abriu mão. Quanto ao pluri-emprego, passaríamos a ter uma carga horária igual a da polícia civil, ou seja, 72 horas, ao invés das 96 horas praticadas atualmente. Os valores recebidos a mais seriam incorporados ao salário, que incidiriam na aposentadoria, 13º salário e férias. Outros argumentos prós e contras devem existir e serem colocados no momento da discussão. Tudo deve ser posto na mesa, e todos devem estar abertos ao diálogo, sem pensarmos em vantagens pessoais ou políticas; visualizando apenas o melhor para CATEGORIA.

Porém, caros colegas, nada disso pode ser debatido se nós não tivermos o principal elemento de nosso debate: O VALOR. Por quantos estaríamos dispostos a trocar essa nossa folga de 04 dias? Sobre que circunstâncias? Perguntei a alguns colegas meus se eles aceitariam uma diminuição da carga horária, e eles foram enfáticos aos responder que não! Numa segunda pergunta, questionei se eles aceitariam trabalhar 24 por “48” horas, se lhes fossem pagos um salário de R$ 10.000,00? Todos concordaram que SIM. Isso foi o suficiente para eu entender que a questão toda é, fundamentalmente, financeira! Lógico que o valor citado era apenas ilustrativo, mas serviu para compreender a falta de um debate mais profundo e sem interferências, para amadurecimento de nossas opiniões. Estamos criando um teatro onde só há público, que aplaude e que vaia um “espetáculo” que não está sendo apresentado.

A categoria deve discutir o tema sem interferência sindical ou de qualquer tipo de representação existente. O que se decidir, deve ser fruto da consciência individual de cada agente, a qual determinará o entendimento coletivo da categoria. Também não devemos deixar que nos privem desse direito de decidirmos o que é melhor para nós. Nem sindicato, nem Associação, ou qualquer outra representação, deve intervir nesse processo (se ele vir a acontecer), a não ser na forma de como conduzir os debates. Devemos estar munidos de nossos próprios conceitos, mas desprovidos de barreiras que nos impeçam de analisar outras opiniões. Esta é uma decisão da categoria. Se for preciso tomá-la, a tomaremos sem pressão e de forma consciente.

Robson Aquino
Agente de Segurança Penitenciária

terça-feira, 21 de julho de 2009

Entrevista do Secretário Humberto à Folha Dirigida

Notícias

Secretaria Executiva de Ressocialização

Publicado em 18-07-2009

Até o início de agosto, o edital do concurso para 500 vagas de agente penitenciário deverá ser lançado. Quem afirma é o secretário executivo de Ressocialização de Pernambuco (Seres-PE), Humberto Vianna, garantindo que o documento está em fase final de elaboração. O órgão tem a expectativa de contratar mais 500 agentes ao longo da validade da seleção, que deverá ser de dois anos, aumentando em mais de 100% o efetivo atual no estado.

Para se candidatar à função, é preciso apenas possuir nível médio completo. Atualmente os agentes recebem cerca de R$1.200, mas lutam pela equivalência com a remuneração dos policiais civis, que é de R$1.800. Como ainda não houve um julgamento final sobre o pleito, o salário-base, assim como a jornada de trabalho, não está fixada. Os futuros servidores poderão trabalhar em uma das 17 unidades prisionais de Pernambuco, localizadas, além da região metropolitana do Recife, nos municípios de Vitória de Santo Antão, Limoeiro, Palmares, Canhotinho, Caruaru, Buíque, Arcoverde, Pesqueira, Salgueiro e Petrolina.

A organizadora provavelmente será a Upenet, mas como o contrato não foi assinado, as etapas da seleção não foram definidas. Isso não é motivo para que os interessados deixem de estudar. O secretário Humberto Vianna recomenda aos interessados que se baseiem nas provas dos concursos do Departamento Penitenciário Nacional (Depen) para uma melhor preparação.

O último concurso para agente penitenciário promovido pelo Depen foi realizado em 2008, sendo organizado pela Funrio. A seleção constou de duas fases, sendo a primeira subdividida em quatro etapas: prova objetiva, teste de aptidão física, exame psicológico e investigação de antecedentes pessoais, nessa ordem. A segunda fase compreendeu o curso de formação profissional, de responsabilidade do Ministério da Justiça.

No exame objetivo, os participantes responderam 7 questões de Conhecimentos de Informática, 7 de Raciocínio Lógico, 16 de Português e 25 de Conhecimentos Específicos. Este último abrangeu conteúdos dos Direitos Humanos, Processual Penal, Penal, Administrativo e Constitucional.

Secretário-executivo destaca carência na Seres

Em entrevista à FOLHA DIRIGIDA, o secretário executivo de Ressocialização de Pernambuco (Seres-PE), Humberto Vianna, se mostrou confiante com a realização do concurso para agente penitenciário. De acordo com ele, o implemento de 500 profissionais na rede significará um aumento na segurança pública no Estado. "Certamente um concurso para agente causa impacto na segurança do Estado, uma vez que parte da violência surge nos presídios. O tráfico de drogas é comandado, em parte, dos presídios. Na medida em que reforçamos esses efetivos, há redução dos homicídios, inclusive", afirmou.

O secretário admite que essa oferta não eliminará a carência, que é de 2 mil agentes, mas a reduzirá bastante. Isso porque, contando com o efetivo de 900 servidores, essas contratações representarão um acréscimo de mais de 50% do quadro funcional. Já para os cargos técnicos, que atualmente conta somente com terceirizados, não há expectativa de realização de concurso. Além dos contratos temporários, o quadro funcional para esta área apresenta carência de aproximadamente 600 profissionais.

"Temos cerca de 200 técnicos atuando no momento, e estamos contratando mais 42. O número ideal gira em torno de 800 a 900 trabalhadores, mas não há previsão para realização de concurso, embora já esteja em discussão. Eu entendo também que a secretaria deva trabalhar com técnicos próprios, e o estado vai trabalhar para isso", disse.

FOLHA DIRIGIDA - A primeira previsão de divulgação do edital datava de maio. Por qual razão o edital está demorando para ser lançado?

Humberto Vianna - Estamos enfrentando problemas na confecção do edital. Nós estamos tentando enxergar tudo que possa garantir não termos depois impugnação, que é uma cultura do concurso ocorrer. Há uma indefinição em relação a carga horária em relação a situação existente hoje, que é a seguinte: o agente penitenciário reivindica a isonomia com a Polícia Civil. Nessa reivindicação, a gente abordou justamente a questão de direitos e deveres. Se haverá a isonomia nos direitos, aumentando o salário dos agentes, eles também terão que trabalhar a mesma quantidade de horas dos policiais civis. Atualmente, os agentes cumprem plantão de 24 horas de trabalho por 96 de folga, enquanto os policiais têm somente 72 horas de descanso. Isso está sendo acertado, e só depois desses ajustes conseguiremos lançar o edital, mas o processo já está bastante avançado. Eu creio
que nos próximos 30 dias a gente consiga lançar o edital.

Essas 500 vagas seriam para todo o estado ou apenas para a região metropolitana? Quais as unidades com maior carência?

Temos 17 unidades prisionais, e digo que em todas há necessidade de um completar o efetivo. É isso o que o estado está fazendo. Não há uma unidade com maior carência do que a outra. Hoje temos algo em torno de 900 agentes penitenciários, talvez um pouco menos, e um déficit de cerca de 2 mil profissionais. Ao chamarmos 500 profissionais, isso representa mais de 50% do que existe. Dentro dessa realidade, esse quantitativo atenderia todo o estado. Teríamos que fazer redistribuição por área apenas em um primeiro momento, e vamos em busca de ampliar esse efetivo.

Quais os principais problemas enfrentados pela secretaria de ressocialização de Pernambuco e quais as medidas tomadas para superá-las?

Fizemos um diagnóstico de como está o sistema penitenciário de Pernambuco, que levou aproximadamente seis meses para ser concluído. Para cada problema identificado, apontamos algumas soluções, que precisaram ser adequadas à realidade econômica, financeira e social do Estado. Todo nosso trabalho hoje está baseado nesse estudo elaborado por técnicos, tanto da secretaria como de uma empresa contratada. Não tem como passar todos os problemas detectados, mas um dos principais foi o déficit de vagas nas unidades prisionais. Esse problema será superado com a construção de presídios, cadeias, penitenciárias, reformas, tudo o que diz respeito a engenharia. O estado tem a perspectiva de, até o final de 2010, gerar 6 mil vagas. Já estamos com 11 obras na área da construção civil que envolvem um presídio feminino, um para jovens, sete cadeias públicas, um centro
integrado de ressocialização, que ainda não começou a ser construído mas está em andamento junto ao governador, e uma reforma ampla no presídio de Aníbal Bruno, o principal de Pernambuco. Nós categorizamos os problemas no sistema prisional do estado em dois pacotes: o primeiro é esse, a falta de vagas, e o segundo é a promoção da ressocialização. Dentro deste segundo, as soluções são: contratação de técnicos, realização de concurso para agente penitenciário, implementação de cursos de capacitação, apresentação de presos à justiça, assistência à família, assistência à saúde e aquisição de mais equipamentos de segurança. Nós somos talvez hoje o estado que esteja mais contemplado com equipamentos de segurança. Nós compramos 17 esteiras de raios-x, 17 pórticos detector de metal e 57 equipamentos portáteis de fiscalização.

O senhor apresentou o concurso para agente penitenciário como uma das soluções para o sistema. O presidente da Associação dos Servidores do Sistema Penitenciário de Pernambuco (Aspepe), Nivaldo de Oliveira, afirmou que a carência no quadro de agentes é de cerca de 5 mil profissionais. Qual o déficit atual de agentes em Pernambuco?


Nós temos uma visão diferente quanto ao déficit de profissionais. Eles entendem que a carência é de 5 mil e a secretaria entende que é 2.500. Estamos nos baseando na realidade numérica com a qual podemos trabalhar. O Ministério da Justiça adota uma tabela que prevê a necessidade de um agente para cada 20 presos, mas cálculos elaborados por outras organizações prevêem menos, 15, e tem outras organizações ainda que adotam até 40. Não há um parâmetro fixo.

Qual a importância do concurso de agente penitenciário para a segurança pública no estado?

A importância é suprir a carência de pessoal nos diversos serviços prestados. Certamente um concurso para agente causa impacto na segurança do Estado, uma vez que parte da violência que demanda em todos os estados, ainda não há um levantamento científico sobre isso, mas uma parte dela surge nos presídios. O tráfico de drogas é comandado, em parte, dos presídios. Na medida em que reforçamos esses efetivos, há uma redução dos homicídios, inclusive. Não há como determinar percentualmente nem números absolutos.

O presidente da Aspepe declarou que as funções técnicas da secretaria, como assistente social, psicólogo e advogado, também apresentam deficiência, além de só empregarem terceirizados. Existe alguma perspectiva de a secretaria realizar concurso público para esses cargos?


Concurso, não. Existe a perspectiva de recontratação dos que estão trabalhando atualmente, se a legislação permitir. Estamos agora fazendo o contrato de 42 profissionais.

O presidente da Aspepe mencionou que a secretaria enfrenta dificuldade na recontratação desses profissionais, uma vez que o trabalho na instituição é muito característico e exigiria um treinamento específico. Dessa forma, não seria necessário que estes trabalhadores fossem também concursados?

Eu concordo, o interessante é que realmente fizéssemos concurso para os técnicos. Isso não está fora da discussão, mas não será realizado nesse momento ainda. Eu entendo também que a secretaria deva trabalhar com técnicos próprios, e o Estado vai trabalhar para isso.

Quantos terceirizados trabalham atualmente em funções técnicas na Seres e qual seria o número ideal?


Atualmente, pouco mais de 200 pessoas trabalham conosco, sem contar com os 42 técnicos que eu falei que estão sendo contratados. O ideal seria termos um número entre 800 e 900 técnicos, mas a gente nunca consegue trabalhar com o efetivo ideal.

O plano de cargos e salários para agentes penitenciários já foi criado?

Sim, já foi inclusive encaminhado à Secretaria de Administração e está sob análise. Os agentes são divididos em quatro níveis de ascensão profissional, mas valores ainda terão de ser definidos pelo plano de salários.

Além do salário-base, quais outros benefícios que o órgão proporciona?

Temos hoje jornada extra de trabalho, que é uma forma de beneficiamento salarial em razão das atividades exercidas.

O candidato pode escolher onde deseja atuar ou será alocado de acordo com as necessidades da Seres?

A princípio, não. No entanto, se pudermos adequar o que o profissional desejar à necessidade do órgão, não há dificuldade.

Fonte: Folha Dirigida

quarta-feira, 15 de julho de 2009

INFORMAÇÕES DO GESTOR DA ESCOLA PENITENCIÁRIA

O Gestor do Bolsa Formação em Pernambuco, ASP. Henrique Douglas, informou que o Valor do Bolsa formação passará para ser agraciado no teto de Valor do vencimento de R$ 2.000,00. E assim, mesmo com a Isonomia muitos serão agraciados.
-
Diante o exposto, aqueles boatos de perda do Bolsa Formação quando no ganho da Isonomia vai por agua abaixo.

João Batista de Carvalho Filho
vice -Presidente

Quanto a Legalidade da ASPEPE e do SINDSERPE para Efetivação da PROPOSTA

Para Esclarecer Dúvidas!!!
-

A Diretoria da ASPEPE não é leiga como muitos pensam. Procurou se cercar de todos efeitos legais. Vimos perante a categoria esclarecer se tiver a proposta do Governo quanto a Isonomia. Ela será avaliada pela categoria e se for aprovada em caso de ser encaminhada pelo Governo , poderá ser efetivada com legalidade.
-
Tendo em vista, que somos base do SINDSERPE, e que o Sindicato dos servidores Públicos do Estado de Pernambuco - SINDSERPE é que possui a inscrição da categoria dos Agentes Penitenciários em Brasília, por isso temos a posse da guarda categoria.
-
Muitos se esquecem que a antiga associação trabalhava junto com o SINDSERPE, e o sindicato era que negociava em conjunto e mantém a inscrição da categoria. E a filosofia do SINDSERPE é não interferir na decisão da Base, mas se a base quiser será aceita e aprovada qualquer proposta com a anuência daquele Sindicato.
-
Diante o exposto, esclarecemos qualquer dúvida sobre a legalidade de aprovação de prospostas da categoria .
-
DA DIRETORIA DA ASPEPE

ESCLARECIMENTOS QUANTO SUPOSTA PROPOSTA QUE ESTÁ SENDO ENCAMINHADA DE ISONOMIA

A Diretoria da ASPEPE reuniu-se ontem com a Diretoria do SINDSERPE, e foi discutido e acordado algumas diretrizes de acordo. Nesta reunião o Coordenador Geral, Renilson Oliveira relatou que conversou com o Gerente do CSPP, Dr. Julio Jonas e a proposta está sendo encaminhada posteriormente ainda neste Mês.
-
E será encaminhada brevemente com urgência para análise da categoria. E quando for recebida por nossa diretoria será colocada neste Blog e encaminhada aos delegados de Base.
-
A categoria pode ficar tranquila que tudo será feito com transparência.
-
João Batista de Carvalho Filho
Vice Presidente

quarta-feira, 8 de julho de 2009

O Estado Já fez sua formalização que o PCCV será nos Moldes da Civil

Chegou em nossas mãos um documento que formaliza que o Plano de Cargos, Carreiras e Vencimentos será nos Moldes da Polícia Civil, como também citou a Formatação da Minuta. E neste documento informa que o PCCV será encaminhado após o levantamento e fechamento do segundo quadrimestre, que é no mês de julho.
-
Esta regra vale para todas as categorias, conforme foi discutido na reunião do dia 02 de julho. Na questão de reajuste o Governo se posiciona que qualquer reajuste só poderá ser dado após levantamento do segundo quadrimestre ( mês de julho) e também como publicado nos jornais de hoje, na resposta da SAD as outras categorias. Fomos informados pelo Governo, como todos os sindicatos, que as propostas serão encaminhadas de Agosto para setembro para a Asembléia Legislativa, como vai ser para todas as categorias.
-
Porém, não colocamos a documentação neste Blog, por que faltou dizer no documento à questão da isonomia, conforme foi citado pelo Governo, na reunião, que está atrelado a carga horária.
-
Diante o exposto, solicitamos a retificação do documento, pois é necessário que neste documento cite isso, e assim será colocado em Assembléia Geral para votação. Lembramos que recebemos a minuta de referência do PCCV nos moldes da Policia civil, e que foi encaminhada pelo ofício nº 105. Na última reunião foi discutido que o Plano nos moldes da civil, com vencimentos, direitos, garantias , deveres e obrigações está atrelado a carga horária, posicionamento do Governo. E aí ser necessário constar neste documento a atrelação a carga horária da Polícia civil.
-
A ASPEPE vem lembrar que o Governo fará o enquadramento conforme combinado, após o levantamento do segundo quadrimestre e encaminhamento o Enquadramento de qualquer jeito, com Isonomia ou não, após este levantamento. Também quanto ao PCCV será encaminhado, mas se a categoria quer a isonomia será atrelada a carga horária da Polícia civil.
-
Enfim, solicitamos ao Governo a retificação do documento, para que se coloque a questão da carga horária, que é o posicionamento do Governo, para uma votação em Assembléia Geral. Ficaremos no aguardo do devido documento que está sendo retificado.
-
DIRETORIA DA ASPEPE

terça-feira, 7 de julho de 2009

Atualização cadastral para enquadramento na Tabela do PCCV

Atualização de dados cadastrais para enquadramento na Tabela do PCCV

Um dos acordos fechados na última reunião do dia 06/07/09 foi o de que na próxima Reunião do dia 23/07  estaremos trabalhando a questão do enquadramento na tabela e a questão do benefício das passagens para o pessoal do intereior. Para isto, deveremos ter atualizados os dados cadastrais dos agentes penitenciários.

   O Secretário da SERES deverá estar emitindo circular com o seguinte teor:

   Os gestores das unidades devem encaminhar a  relação com dados para levantamento  estatísticos na  implementação do Plano de Cargos,  Carreiras e Vencimentos da categoria de Agentes de Segurança Penitenciária e Agente Feminino de Segurança Penitenciária.

No caso da localização da moradia, deve-se anexar um comprovante de residência (agua, luz ou telefone), e encaminhar o comprovante posteriormente à relação dos dados, para levantamento.
  
O levantamento deverá ser remetido a SSPen (Carvalho)  com a devida relação até as 12:00 horas do dia 14.07.2009 e os comprovantes de residência até as 12: 00 horas do dia 18.07.2009.

NAS RELAÇÕES DEVEM CONSTAR OS SEGUINTES DADOS:

UNIDADE:

NOME
MATRÍCULA
LOCAL DE MORADIA: RUA, BAIRRO CIDADE, CEP
COMPROVANTE DE RESIDÊNCIA

TEMPO DE SERVIÇO PÚBLICO PRESTADO: MUNICÍPIO, ESTADO, UNIÃO
TIPO DE FORMAÇÃO: 2º GRAU, SUPERIOR, PÓS-GRADUAÇÃO, MESTRADO
COM DIPLOMAS E COMPROVANTES

Nivaldo de Oliveira Jr
Presidente

sábado, 4 de julho de 2009

RENOVAÇÃO DA BOLSA FORMAÇÃO

RENOVAÇÃO DA BOLSA FORMAÇÃO
Requisitos para aqueles que encerrarão as 12 (doze) parcelas neste ano:
. A conclusão de um curso da Rede EAD neste ano;
. Ter salário bruto não superior a R$ 1.700,00 (conta-se as gratificações permanentes e possíveis gratificações);
. Não ter sido condenado definitivamente em falta administrativa grave ou em qualquer processo criminal nos últimos 05 (cinco) anos;
Obs.: Para evitar descontinuidade quando do término de uma Bolsa e o início da outra, os beneficiários devem solicitar a renovação da Bolsa Formação somente quando a 12ª parcela já estiver depositada, lembrando que cada parcela é depositada em um mês para ser pagar no mês seguinte.
Cordialmente,
Henrique Douglas
Gestor da Escola Penitenciária de Pernambuco
Gestor da Bolsa Formação na Adm. Penitenciária de PE

quinta-feira, 2 de julho de 2009

REUNIÃO COM O SECRETÁRIO DE ADMINISTRAÇÃO NO DIA 02 DE JULHO DE 2009

No Dia de hoje ocorreu a reunião anteriormente agendada, às 15: oo horas, que teve a participação da Diretoria da ASPEPE( ASP. Nivaldo- GTJP, ASP. Carvalho,ASP.Henrique Douglas- Escola Penitenciária, ASP.Adalberone- PRRL, ASP.Alessandro -PDAD, ASP.Renato Pinto -GTI, ASP.Rildo -GISO, ASP.Fabiano -GTJP ), do Secretário de Administração ( Dr. Paulo Câmara), Secretário de Ressocialização( Cel -BM Humberto Vianna), o Deputado Esadual ( Dr. Sérgio Leite), o Gestor do CSPP(Dr. Julio Jonas), o Coordenador Geral do SINDSERPE ( Dr. Renilson Oliveira), a Coordenadora do SINDSERPE( Dra. Cristina).
-
Nesta reunião foi discutido vários assuntos da nossa Pauta de negociação, e que tiveram grandes avanços. Ficou decidido que até a próxima segunda -feira ( 06 DE JULHO DE 2009), o Governo formalizará a prosposta a Direção do SINDSERPE, e ASPEPE para que posteriormente convocarmos a Assembléia Geral da categoria.
-
João Batista de Carvalho Filho
Vice -Presidente

Salário de Agentes Penitenciários no Brasil - junho 2009




Além do descaso do governo com o servidor e o sistema prisional do estado, mais um motivo para ter vergonha de ser agente penitenciário em Pernambuco: ser o terceiro pior salário do Brasil...!!!

Não tarda e teremos, em breve, o pior salário da Federação. Para isso, ASP/AFSP, basta ficar ausente às nossas mobilizações e Assembleias e preso a "penduricalhos", a gratificações e PJES (pluri-emprego). Lembre-se que estes itens não são incorporados ao salário, portanto, não serão levados para a aposentadoria.

Pense. O futuro se faz hoje, com trabalho e luta pelos seus direitos. A hora de participar, reivindicar é esta, depois não adiantará se lamentar. Se quisermos nos aposentar com este salário devemos estar dispostos a mendigar na velhice.
Nivaldo de Oliveira Jr
Presidente

CIRCULAR FEBRASPEN